O que pode causar a síndrome de Reye?

A síndrome de Reye é uma condição aguda que atinge o cérebro e o fígado e cujos grupos de risco são crianças, adolescentes e jovens adultos até aos 20 anos. Esta doença pode ocorrer na sequência de uma infeção viral, como gripe ou varicela, e quando se administra aspirina ou salicilatos.

Quais as principais complicações da síndrome de Reye?

Geralmente se desenvolve uma semana após o início da doença viral, mas também pode ocorrer alguns dias após o início. As complicações da síndrome de Reye relacionadas ao fígado incluem depósitos de gordura, testes de função hepática anormais e má coagulação do sangue e sangramento causados ​​por insuficiência hepática.

Quais os males que a aspirina pode causar?

A dose diária aumentou o risco de sangramento no intestino ou no crânio. “Isso põe em dúvida o benefício líquido de tomar aspirina e se as pessoas que não tiveram doenças cardiovasculares anteriormente devem tomar aspirina”, Dr.

Qual os efeitos colaterais de aspirina?

Efeitos colaterais diversos

Por isso, o uso de aspirina só deve ser feito sob recomendação médica e sempre que possível por um período limitado. Alergias cutâneas, zumbidos, problemas hepáticos, broncoespasmo, perda de audição, danos renais, vômitos e angioedema também são efeitos colaterais possíveis.

Quais são as reações adversas da aspirina?

Efeitos colaterais diversos

Por ela atuar inibindo o processo de coagulação, os efeitos colaterais da aspirina podem ser vistos em diversos órgãos, sendo os sangramentos gastrointestinais e os acidentes vasculares encefálicos hemorrágicos os mais comuns, assim como os sangramentos após procedimentos cirúrgicos.

O que a aspirina faz no sangue?

Ela funciona como medicamento antiplaquetário, ou seja, inibe a adesividade das plaquetas, a qual pode causar trombos e placas de ateroma. Em pacientes cardiopatas, a Aspirina é usada para a prevenção primária, secundária e no tratamento de infarto agudo do miocárdio, AVC e vasculopatias.

O que aspirina faz no sangue?

A aspirina age nas plaquetas do sangue, cuja função é parar sangramentos aglomerando-se e formando coágulos. Assim, o medicamento evita a formação de um trombo, isto é, a coagulação do sangue dentros dos vasos. Porém, caso não haja histórico de problemas cardíacos, tomar o remédio pode ser prejudicial.

O que a aspirina faz com o sangue?

A aspirina age nas plaquetas do sangue, cuja função é parar sangramentos aglomerando-se e formando coágulos. Assim, o medicamento evita a formação de um trombo, isto é, a coagulação do sangue dentros dos vasos. Porém, caso não haja histórico de problemas cardíacos, tomar o remédio pode ser prejudicial.

Qual a diferença entre o AAS e aspirina?

Ana Paula Ferreira esclarece que o ácido acetilsalicílico (AAS), anti-inflamatório não esteróide, também conhecido como Aspirina, é uma droga usada para 'afinar o sangue': ela diminui a agregação plaquetária, o que minimiza a coagulação sanguínea.

Quais são os efeitos colaterais da aspirina?

Zumbidos (tinitos) e tonturas, que podem ser indicativos de sobredose; Destruição/rompimento das células sanguíneas (hemólise) e anemia hemolítica em pacientes que sofrem de deficiência grave de glicose-6-fosfato desidrogenase (G6PD); Comprometimento dos rins e alteração da função dos rins (insuficiência renal aguda).

Quais são os riscos da aspirina?

Além de não ser eficaz para prevenir complicações em pacientes que já possuem risco para insuficiência cardíaca, a aspirina torna-os 26% mais propensos a desenvolver o problema.

Porque o AAS pode causar hemorragia?

A aspirina fluidifica o sangue e evita que se formem coágulos nas artérias. Contudo, o sangue excessivamente fino pode gerar hemorragias.

Porque é perigoso ingerir o AAS?

"Um deles é o sangramento do estômago, mas podem ocorrer até reações imunológicas. Além disso, o uso desse medicamento, na prevenção primária de eventos cardiovasculares, tem sido controvertido. Por todos esses motivos, é importante evitar a automedicação", adverte o especialista em clínica médica.

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